Desde a infância
aprendemos a perguntar o “porque” das coisas em busca de entendimento. Atrás de
cada “por quê” vinham outros iguais. Crescemos e nunca cessamos de perguntar a
velha pergunta de infância, sem perceber que ela só nos leva até a metade do
caminho ou da resposta. Sendo adultos, acostumamos a dar sentido e propósito a
muitas coisas que fazemos e encontramos, mas jamais ousamos mudar a pergunta.
Até que um dia descobrimos outra pergunta básica mais satisfatória e profunda.
Perguntamos “para que” e somos surpreendidos com natural maturidade que nos
alcança.
Nenhum comentário:
Postar um comentário