É mentalmente doloroso
abandonarmos a crença do poder da mente, abrir mão do que pensamos, abrir mão
da certeza que inventamos para acreditar no que pensamos, abrir mão de nossas
falsas certezas. Seria como um suicídio cognitivo, uma traição aos nossos cinco
sentidos, por isso tememos e não o fazemos. Faz pirar o cabeção. Poucos se
atrevem a retornar ao paraíso da consciência, poucos abrem mão da certeza para
navegar o princípio fundamental das incertezas. Muitos não desejam a paz e
preferem o conflito abundante dos pensamentos.
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