Se nossa interpretação não
interferisse na criação divina, veríamos como tudo foi criado no âmbito da
perfeição. O Ser perfeito e criador tem olhos perfeitos e tudo se enquadra em
sua forma de ver. O Ser humano deixou a perfeição de lado e escolheu dominar o
entendimento de tudo, mesmo sem ter os recursos necessários, o que culminou na
separação e fragmentação de tudo o que vê e pensa que compreendeu. Ficou preso na lei de causa e efeito,
perdendo a percepção daquilo que é eterno, contínuo, moto perpétuo.
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