Quem mora no paraíso tem
tudo o que precisa, pois se encontra integrado e conectado com toda a criação.
Quem se expulsa do paraíso, ao acreditar na individualidade como única forma de
conhecer as dualidades, acredita-se incompleto e passa a agir para atender as
falsas necessidades. Tal percepção de incompletude gera sentimentos sombrios
para preencher o vazio da incompletude, distorcendo o entendimento da causa
real daquilo que sente. Aquilo que sente ou percebe não sabe a razão que o
gerou. Resta-nos saber que não importa saber a razão daquilo que não passa de
ilusão.
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