Viver sem se dar
importância, sem dar importância ao mundo e sem acreditar no que vê ou percebe,
é muito desanimador para a mente. Ela prefere o medo com suas ameaças, suas
consequências, suas tramas, suas alucinações, suas presunções, suas
construções, sua intensidade, assim o mundo se torna mais interessante para
ela. Ela prefere o desejo com seus prazeres, seus enredos, sua espera, sua
incerteza, sua vulnerabilidade, suas promessas, seus encantos passageiros, seus
vícios. Sair da realidade é sua preferência.
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