O ano da serpente foi um
ano desafiador. Ele será lembrado por fatos bem memoráveis. No Brasil aconteceu
a revelação da fraude do INSS envolvendo políticos do governo atual, aliás
governo este que criou uma série de novos impostos para ser sócio dos
comerciantes e empresários sem pedir. Concomitantemente o Loirão Americano lançou
o Tarifaço contra vários países, uma medida de grande impacto inicial e pouco
efeito posterior. Na política tivemos a condenação do ex-presidente Bolsonaro e
de vários Generais. Nas páginas de crimes tivemos a adulteração de bebidas com
metanol e o domínio dos postos de gasolina pelo tráfico de drogas. Na
tecnologia tivemos o surgimento do aplicativo chinês Deepseek que superou o
desempenho do chat GPT, a criação do primeiro chip quântico do planeta pela
Microsoft chamado Majorana e o auê da astronomia para descobrir se o AI-ATLAS
seria cometa ou nave espacial de outras dimensões espaciais. Na religião
tivemos a morte do Papa Francisco e a eleição de um papa americano para
substitui-lo. No palco internacional a guerra entre Ucrânia e Rússia continuou
apesar da queda de recursos, Israel bombardeou Gaza e despertou grande comoção
internacional a favor da causa palestina e os EUA bombardearam violentamente as
instalações nucleares do Iran, mas se deram mal até dezembro com as ameaças ao
governo venezuelano de Maduro. Foi um ano de mudanças estruturais sorrateiras no
mercado financeiro, tal qual o bote de uma serpente sobre o dinheiro e os bens
das pessoas. Resta ao mundo trocar de pele, como fazem as cobras, para se
renovar diante de mais mudanças drásticas que habitarão o ano vindouro e virão
na velocidade de uma manada sobre os mais desavisados. Será outro ano difícil e
desafiador o ano do cavalo.
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