O tempo passou tornando
velhas muitas coisas. Mesmo assim tais experiências se perderam em nada,
permanecendo no teatro da imaginação, do desejo, da frustração, das falsas
promessas, dos desvios e distorções, da teoria ou da ilusão. O Ser que somos
continua suspenso no ar, percebendo o que quer, amando apenas o que quer,
confundindo-se com o corpo, com a matéria e com o mundo. Somos nosso pior
inimigo, o único que nos atinge por dentro e rouba as experiências de paz.
Resta-nos retornar ao passado em busca da verdade, do alimento perene, dos presentes
que a vida nos deu e não aceitamos. Resta-nos aprender a amar e dar boas vindas
ao despertar de consciência.
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