Diante da confusão mental,
cria-se o medo de amar e o amor ao medo. Em estados de confusão, nascem os
conflitos internos e externos, pois tornam-se projeções mentais resultantes do
pensamento excessivo e desorganizado. O medo de amar impede a clara visão das
coisas boas da vida e a conexão emocional saudável. O amor ao medo impede a
ação de resolução dos problemas que se apresentarem, bem como dá vida à
vulnerabilidade e à fragilidade. Ambos aprofundam a insanidade, comprometendo a
comunicação efetiva do que se pensa, do que se sente e do que se quer,
comprometendo a percepção de si mesmo como um ser integrado e individualizado
diante da grandeza de possibilidades.
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