segunda-feira, 12 de setembro de 2011

TUDO É POSSÍVEL

Temos o hábito de classificar nossos sonhos em possíveis e impossíveis, muitas vezes por não computarmos as probabilidades, os recursos disponíveis, o suporte encontrado, a persistência de quem sonha, pela distração com outras tarefas, pela falta de auto-motivação, pela competição desleal, pela consciência negativa ou pela falta de compromisso. Nem sempre encontramos motivos nobres para as nossas conquistas que possam ir além do egoísmo,  do imediatismo, da significância e da busca por aprovação de outros.
Sem esta classificação poderíamos acreditar mais, atrair mais, realizar mais. Os sonhos seriam simplesmente chamados de realizações em andamento. Da mesma forma que uma palavra só tem poder se for conectada com uma ação, assim também um sonho só se realizaria se fosse despido de dúvidas e incertezas, se ninguém aparecesse em nosso caminho para dizer que é difícil de ser realizado. Os sonhos se tornariam a ponte entre o querer e o manifestar, entre o plantar e o colher, ou seja, eles seriam a continuidade natural de nosso positivismo.
Se desconsiderássemos o conceito de fracasso, trabalharíamos pela tentativa de novas possibilidades, estimulando a criatividade e dando asas à espontaneidade livre e solta. Sem resistências e armados de energia volitiva, focaríamos nossa mente em atitudes enxutas e objetivas, dando passos certeiros rumo à realização daquilo que chamamos de sonhos. Todo aquele que abre mão dos mecanismos de defesa e do auto-boicote, torna-se livre como uma criança e conquista seus presentes com maior facilidade. Falo de presentes emocionais e relacionais. Falo de atendimento dos desejos. Falo de tudo que não se pode agarrar com as mãos, mas que pode ser guardado no coração.

domingo, 11 de setembro de 2011

FENÔMENOS DE CONSCIÊNCIA

A Família Oneness na India e em todo o planeta, da qual fazemos parte, encontra-se a beira de um progresso jamais experimentado pelos buscadores de uma consciência mais elevada. O poder instituído nas bênçãos da unidade (Dikshas) que você pode experimentar tanto no curso BIOPLENITUDE quanto no workshop DESPERTANDO NA UNIDADE, facilitados por Benedito José em Passos-MG, está aumentando exageradamente. No último curso BIOPLENITUDE todos os participantes saíram de lá flutuando como se tivessem entrado num túnel de amor no paraíso celestial. Comparado aos cursos anteriores, a energia da Presença Divina cresceu mais de 60% e vai continuar expandindo nos próximos meses, pois já foi noticiado na India que brevemente será possível expandir a consciência de uma pessoa através apenas de uma Diksha.
No final de Setembro estaremos iniciando um novo grupo de pessoas na arte de Doar Dikshas, esta bênção da unidade que acalma o estresse, cala a mente e afasta o sofrimento de nossas vidas como um passe de mágica para aqueles que aceitam a realidade como ela é. Baixadas as resistências individuais, automaticamente as coisas favoráveis começam a acontecer sem nenhum esforço. Abrimos mão de querer controlar pessoas e acontecimentos, aumentando a harmonia em nossa convivência social e familiar. Verificamos claramente como o sofrimento torna-se mesmo opcional em nossos relacionamentos. Trocamos as percepções egóicas de separação pelo esplendor de vivermos em comunhão e unidade com todas as coisas do universo.
Diksha não é passe nem Reiki. Diksha é a transmissão da energia do Espírito Santo pelas mãos, sem nenhum vínculo com nenhuma religião. Afinal o Espírito Santo não é propriedade de nenhuma delas. Reiki é um trabalho energético de cura física pelas mãos, trabalhando principalmente os chakras inferiores, tal como Ilahinoor- a bênção da Graça. Diksha trabalha todos os centros energéticos do corpo humano e os reconecta com a energia cósmica divina. Diksha trabalha pela expansão da consciência, o que automaticamente nos leva ao equilíbrio mental, emocional, psíquico e espiritual, consolidando em nós o exercício da paz interior e a saúde física. Aguarde neste site-blog novas informações sobre o próximo curso de iniciação em Dikshas no dia 25 de Setembro de 2011.

sábado, 10 de setembro de 2011

SE O AMOR VENCER

Quando o amor vencer de novo, poderemos sorrir como crianças, brincar com as próprias mãos sem consequências nefastas, confiar plenamente na inocência, transformar o mundo adulto em brincadeiras de escola, tomar sorvete sem medo de escorrer pela camiseta branca, correr sem a preocupação de cair e com a garantia de que podemos levantar sempre. Quando o amor vencer de novo, poderemos dormir o sono dos justos, com a consciência tranqüila do dever cumprido e do coração compartilhado, com a felicidade de caminhar entre as nuvens enquanto descansamos do labor diário, com a respiração pausada de recém-nascidos para regenerar nossas energias.

Se o amor vencer, voltaremos a curtir o por-de-sol incendiando as tardes, a admirar as estrelas do desejo caíndo em queda livre rumo à sua realização, a contemplar o manto do alvorecer abrindo nossas pálpebras diante do milagre de um novo dia. Se o amor vencer, espreguiçaremos mil sorrisos de pijama, passaremos o café com o aroma provocador a convidar todos para a partilha da vida e saciaremos nossa sede de alegria com o fermento da amizade fraterna. Se o amor vencer, e eu sei que vencerá, caminharemos felizes pela rua ladrilhada com pedrinhas de brilhante para o amanhã passar.

Para o amor vencer há que se tomar conta das coisas do coração, há que se responsabilizar mais pelo que falamos, há que se olhar mais para quem necessita de ajuda. O ato de servir é a mais alta fonte de prazer existencial, o ato de ser positivo é a garantia da presença da Graça Divina em nossas vidas pois a gratidão nos santifica, o ato de perdoar é como tecer o manto da paz interior com as próprias mãos. Para o amor vencer há que nos encontrarmos com mais freqüência, ouvirmos os outros com mais atenção, fazer valer a esperança e lembrar a todos que o amor é a experiência mais importante e reveladora desta vida. Nada mais nos interessa se não for por amor. 

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

DANÇANDO A ARTE DA VIDA

Pessoas perfeccionistas mal sabem que isso tende mais para defeito do que para qualidade, além de não possuírem a consciência do que ele signifique verdadeiramente. Compram brigas, vivem discórdias, sofrem, mas não arredam pé do perfeccionismo exigente. Invadem o espaço dos outros, desrespeitam a liberdade dos outros, riscam a própria pele com a navalha da auto-crítica, pois não se dão conta do medo que se esconde em cada busca pelo perfeccionismo, confundindo a própria identidade com a bandeira de algum conceito. Acreditam que é possível viver num mundo onde tudo seja perfeito. O certo, em sua majestade, tornou-se o cetro, a varinha de condão, a vara da autoridade em defesa da ordem e em prejuízo da flexibilidade.
Perfeccionismo é um grito em defesa de um posicionamento, o que caracteriza-se claramente em rigidez, em falta de visão, em busca desesperada da razão, sem se darem conta de que a lógica se faz somente com suposições. Nada saudável viver apenas de suposições. Nada saudável conviver sem compaixão. O perfeccionismo é uma artrose mental.
O primeiro passo para sairmos dos infortúnios, causados pelo perfeccionismo, é aprender a transitar dentro de outros conceitos e idéias, sem confronto bélico. Aos poucos vamos experimentando outros posicionamentos e nos sentindo menos ameaçados com aquilo que for diferente. Gerada a auto-confiança, o segundo passo será atuar sem posicionamentos, descomprometidos com a vontade de impor sanções e punições a si e aos outros. Assim começa a dança agradável que deve ser a vida. A dança, embora tenha passos definidos e repetidos, só se torna bela quando existe liberdade do corpo e abandono da mente.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

EVOLUÇÃO



É difícil começar um processo de crescimento, entrar nele, mas uma vez que nos engajamos é fácil esquecer onde estamos. Perde-se a visão panorâmica e cada degrau ou estágio nos envolve de certa maneira que somos atraídos pelos sentimentos.

A raiva, muitas vezes sublimada por anos a fio, quer colocar suas garras de fora e não encontra um terreno lógico para florescer. Ou se encontra, explode em mil fragmentos de palavras torpes e compromete as relações que poderiam fornecer elementos essenciais para o nosso crescimento. A agressão não combina com nossos propósitos mais elevados, muito embora ela insista em existir para denunciar a necessidade que temos de ser ouvidos. Se não superarmos a raiva, não haverá evolução.

As paixões da carne sustentam acesa a chama do imediatismo, os atos animalescos e precipitados, e o fogo das carências que são frutos de condicionamentos familiares. As paixões decretam a necessidade da presença eterna do outro para se completar, se estruturar, se perceber e se organizar no mundo. Favorecem o surgimento do sentimento de culpa e o desgaste da cumplicidade. Elas impedem ou atrasam o processo evolutivo por consumirem energia psíquica, tão importante no equilíbrio dos chakras.

O egoísmo é o terceiro obstáculo emocional do desenvolvimento ininterrupto. Os interesses pessoais acentuam a separação e a competição entre as pessoas, provocando um consumo exagerado de energia no gerenciamento dos conflitos criados. Não existe evolução dentro da desconexão. Egoísmo é imaturidade, é quebra de harmonia do todo, é um contrato com o atraso existencial. Egoísmo é insegurança, busca de significância, é um tiro no pé na maratona da vida. A distorção de se achar o centro do universo, a paixão ardente do corpo e agressão gratuíta são três aspectos a serem sempre observados dentro de qualquer processo evolutivo.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

INTIMIDADE COM A LUZ

Nassim Haramein, o novo Einstein e um avatar da física, reza desta forma: “Dentro de cada ponto reside o infinito. Dentro de cada infinito há um potencial para todas as coisas. Dentro deste potencial há uma energia que propulsiona todas as rotações e no centro destas rotações há uma quietude que sustenta o universo unificado. Dentro desta quietude existe a paz de sua existência e sua conexão com todas as coisas. Alcance esta quietude, entre dentro dela, caminhe na direção do templo do saber que alinha você com o universo e transcende suas limitações, para depois entrar na sua natureza infinita.”

Bart Marshall é um cara iluminado que descreve nosso corpo como uma fractal e nossa vida como um sonho. Ao despertarmos de manhã, estamos entrando em outra dimensão com a mesma qualidade dos sonhos, onde nada existe de verdade, embora tenhamos a certeza contrária de que existimos e estamos tocando em tudo o que vemos. Seu mantra preferido diz assim: “Sou levado, carregado, transportado além do despertar...tanta Graça!!!” . Vale a pena praticar esta meditação.

K. Russell, outra mente evoluida, em uma de suas viagens pelo coração do cosmos, conseguiu vislumbrar o dentro e o fora do universo dentro e fora da mente de Deus. Suas palavras mais iluminadas foram: “Contemplai vós a unidade de todas as coisas, sob a Minha luz, e contemplai também a aparente separação de todas as coisas sob a luz de Meu pensamento dividido em opostos. Vede que Eu, o Indivisível e o Imutável, estou dentro de todas as coisas divididas para unificá-las e estou fora de todas as coisas mutáveis para controlá-las.” Tenho viagens fantásticas ao repetir estas palavras.

Benedito José, um não-iluminado mas eternamente abençoado, recebeu esta oração em meditação profunda, quando ela lhe caiu no colo do Ser, a qual se encontra em seu livro “Teoria do Amor e Reorganização Pessoal”. Repita-a por nove vezes e terá paz após qualquer ataque de ansiedade. “Pai-Mãe, Fonte de amor em nossa vida, repouso sagrado de santos nomes. Revelai-nos as cores de Vossa face, a música de Vossa palavra, a força serena de Vossos movimentos, sempre que houver entrega e reconexão. Derramai-nos Vossas bênçãos para que possamos ver e respirar a Luz, misturarmo-nos à Luz, projetarmos a Luz. Concedei-nos provar da sabedoria eterna à cada novo dia, e assim, na Vossa glória, possamos viver o potencial pleno com que nos presenteastes no exercício da paz. Para todo o sempre, sejamos flores de evolução no Vosso jardim eterno de discernimento. Amém!!!”

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

SIGA O SEU CORAÇÃO

Quando a razão falhar, quando a esperança se desvanecer, quando o outro desaparecer ou o amor demorar, é preciso esquecer que existe um dentro e um fora, é necessário sair da trama da confusão, colocar a cabeça para descansar e acionar o socorro do coração.

O fato de buscarmos respostas no passado ou incógnitas no futuro não vai acordar o presente. Mesmo que o ego insista em querer se mostrar superior ao tempo e ao espaço, ele vai aumentar as tramas de nossa percepção impedindo a lucidez sobre a realidade. Cegos pela mente, corremos o risco de nos afogarmos na repetição das estórias criadas. Sentir-se perdido é procurar em vão por si mesmo.

Ao prestarmos mais atenção no momento presente, ouvimos as batidas revigorantes do coração emocional e nos abrimos para a chegada triunfante da vida. Em cada instante pulsa o universo silencioso  e interminável. Cada momento é cheio de graça, pleno de riquezas, insondável em seus mistérios. Cada instante é perfumado de um azul sublime, habitado por  um sorriso anjélico, traduzido por sinos de algum lugar inexistente. Cada momento é cheio de milagres, mesmo que a rede não alcance o fundo do rio, mesmo que a teia seja beijada pela gota de orvalho, mesmo que o sol teime em dormir mais um pouquinho. Cada instante denuncia sua própria majestade se as vozes se calam para o canto dos quartzos, se o dia se despe para a glória das esmeraldas e se a noite se recolhe para os sonhos dourados. É no momento presente que as possibilidades sorriem escancaradamente, desaguando na consciência elevada o que sobrou da passagem recente de Deus pelos quintais de nosso coração. Nosso jardim interior floresce mais uma vez.

domingo, 4 de setembro de 2011

O JOGO DE DADOS


E se você descobrisse, de repente, que a vida é apenas um jogo de dados, sem nenhum prêmio para o vencedor pois nela não há vencedores? E se você descobrisse um dia que todas estas pessoas passando por você, na rua, são apenas pensamentos? Isto é iluminação.

O corpo é uma carcaça vazia sem membrana externa, um ôco, um vazio preenchido com nada. Se não tem corpo, como pode haver um “eu”? Nada é sólido, embora os cinco sentidos nos iludam de que algo seja duro ou mole. Como eu não sei quem sou e muito menos quem você é, nós não existimos, até que um dia venhamos a nos encontrar virtualmente ou frente à frente, e criaremos a ilusão de que existimos, só porque nos identificamos com conceitos sobre o que seja uma pessoa. Que jogo de dados maluco!!! Você até consegue segurar os conceitos dentro de formas por algum tempo, mas como o tempo não existe, tudo vai passar e desaparecer e você também passará para os outros.

Assim como você não sabe o número que vai sair quando lançar os dados, assim também você não tem certeza absoluta de nada, restando apenas os conceitos de fé e probabilidades dos eventos. A vida é o jogador, a vida como força vital, como uma energia que se delicia ao brincar de entrar em formas humanas e construir ilusões através dos pensamentos. Ela é puro fazer sem fazedor, puro pensar sem pensador, é pura investigação sem investigador. A força vital é uma criança brincalhona, inocente, sem maldade e sem experiência nenhuma de viver. Até que um dia ela o encontra, lhe dá um sopro, um corpo e um nome, e você sai por aí feito o dono do mundo, todo faceiro com perfume importado, convencido de que existe realmente.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

EMOÇÃO AO NOSSO ALCANCE

O que é mais saudável? Analisar constantemente os problemas que aparecem ou aprender a lidar com as emoções que nos acometem diante da manifestação dos problemas? Qual das duas atitudes nos protege melhor contra as doenças?
Na hora do aperto, dos desafios e das frustrações, há uma certa dificuldade em ajustarmos o que pensamos e o que sentimos, sem a consciência da maneira como estamos agravando a situação por ignorarmos a fonte do desgaste de energia interna. Se não houver sensibilidade e disposição para identificarmos a emoção vivenciada pelo corpo, a mente irá se encarregar de construir pensamentos conflituosos na esperança de controlar o que não pode ser controlado. Tais pensamentos se transformarão em preocupações, possíveis ameaças ao nosso equilíbrio e alguma vulnerabilidade emocional. Estes sinais de alerta são erroneamente classificados como sintomas e nos antecipa a chamá-los de doenças, quando na verdade trata-se de um diálogo que podemos manter com o nosso corpo para alcançar maior equilíbrio e evitar distúrbios físicos.
Este distanciamento com o próprio corpo e com as emoções se dá graças ao domínio dos pensamentos desorganizados e negativos. Enquanto não abrirmos mão das preocupações, seremos dominados pela mente e desviados da verdadeira solução, aquela que irá nos retornar à satisfação pessoal e à proteção da realização e atendimento de nossas necessidades básicas emocionais. Ao acessarmos as emoções com plena consciência e integridade interior, um passo importante será dado para reduzirmos as vulnerabilidades emocionais e as ameaças existentes ou imaginárias. Daí em diante, o próximo passo será a aproximação harmoniosa com as outras pessoas, na busca de apoio e trocas afetivas.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

EXPECTATIVA MATERNAL

O relacionamento maternal tem suas peculiaridades no que diz respeito  à estrutura emocional infantil e tem suas ramificações na estrutura emocional adulta. Desde a amamentação, nos primeiros momentos de conexão absoluta com outro ser sem a consciência de si mesma, a criança começa a sentir e registrar uma gama de experiências que vai construir a base da auto-imagem e da auto-estima.
Imagine uma mãe apressada, ansiosa, desejosa de interromper a amamentação do bebê nos primeiros dois meses de vida- apenas porque acha que precisa retornar ao trabalho e cuidar das despesas - na hora de se desligar do afeto, criando uma sensação de abandono, de insaciedade, de fome mesmo. Imagine as marcas profundas deixadas por tal atitude. Imagine agora esta criança na fase adulta, envolvida num relacionamento, procurando por exclusividade, nutrindo um ciúme doentio e uma necessidade de se apossar do(a) parceiro(a) para não se sentir abandonada outra vez, movendo-se nas interações humanas com a fome insaciável de engolir as pessoas a ponto de vigiá-las, de verificar marcas de batom no paletó, de ligar para a namorada a cada 15 minutos, de contratar um investigador, de perder noites de sono por causa de um ciúme imaginário.
A simples decisão de interromper a amamentação antes dos seis primeiros meses não é tão simples assim. Tem suas consequências para o resto da vida de um ser humano. Seria ele responsável pelo ciúme descontrolado de adulto? Seria ele o responsável pelo fim de seu casamento, por não saber o que se passa com sua estrutura emocional? Seria ele o responsável pela dificuldade em respeitar o espaço do outro em seus relacionamentos?
Nascemos com necessidades básicas e passamos a vida inteira querendo atendê-las, procurando por relacionamentos saudáveis de maneira doentia, fugindo das nossas verdades e projetando nossas inseguranças nos outros. Precisamos pedir ajuda. Precisamos de um ambiente terapêutico seguro para nos conhecermos melhor. Só assim alteraremos a estrutura emocional infantil que foi mal atendida nos primeiros meses de vida.