quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A FORÇA E A ALMA

Todo ser humano precisa e aprende a sobreviver com aquilo que recebeu, com aquilo que lhe parece normal ou aceitável até que crie ou receba novas condições para progredir. O que foi aceito e considerado normal em sua infância pode até lhe parecer correto na idade adulta se não houver evolução da consciência. O fato é que você cresceu em tamanho, idade, experiências, mas continua forçado a lutar por sua sobrevivência física ao combater doenças; sobrevivência financeira ao garantir o atendimento de suas necessidades básicas como alimento, moradia e trabalho; sobrevivência emocional ao conquistar amor, respeito, reconhecimento e segurança; e sobrevivência existencial ao procurar sentido para a sua vida. No entanto, nem tudo cai do céu como você merece.

Num mundo de competitividade, você se sente diariamente ameaçado pelas limitações, suas ou dos outros. Surgem os medos e a necessidade de controle, surgem os jogos de poder e a imposição das influências externas, existem as leis para serem seguidas somente por aqueles que não gozam do poder e da influência política, existe a ordem para ser seguida por todos e para evitar o caos, mas nem sempre existe ou prevalece a coragem.

Observe como a coragem esteve presente na vida de tantas pessoas que se destacaram. Observe como ela criou espaço de ação na vida de tantos vencedores. Observe como a coragem de poucos tornou-se a coragem de muitos. A coragem, ao abrir espaços, cria oportunidades – aquela mesma oportunidade que as vezes você reclama não ter tido na vida por falta de sorte, aquela oportunidade que você cobra dos outros ou de Deus, mas é puro fruto de sua coragem. Com ela os recursos aparecem, os apoios se manifestam, os caminhos se revelam e a liberdade toma forma diante de novas decisões.

A força dos seres humanos chama-se coragem, a qual mantém viva a chama da alma. Coragem anima a alma, ilumina o sonho e o espírito, cria oportunidades de crescimento, abastece as emoções, conquista respeito, fortalece o corpo, alegra o ambiente e contagia os amigos. Ter coragem é como respirar com atenção na respiração. Ter medo é como esquecer de respirar. Da próxima vez que você deparar-se com suas limitações ou questionar sua falta de sorte, olhe para si mesmo, respire fundo, respire a coragem…e obrigado por ajudar a criar um mundo mais consciente!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

POEMA DO ADEUS RECUSADO

Você tem mesmo que ir embora? Justo agora que descobri como preciso de você na minha caminhada, bem agora que meus olhos lhe encontraram tão perto da alma? Você tem mesmo que ir embora, depois que me mostrou o tamanho de seu amor, depois de me deixar provar o néctar de sua presença tão amiga e me mostrar que também posso aprender a amar desse jeito?
Não dá para ficar mais uma eternidade ao meu lado ainda que não se possa medi-la? Não dá para se esquecer de si e olhar para mim mais um pouquinho até que as nuvens escrevam nosso nome quando o céu de nossas bocas ficar claro? Não dá para atrasar seus projetos misteriosos ou transferi-los para o território mais próximo de nossos abraços? Não dá para jogar fora os relógios e as portas da rua e observar as tardes morrerem na alegria de sua presença?
Você tem mesmo que ir embora? E se eu pedir com humildade e lavar seus pés em minhas lágrimas...e se eu cantar uma canção que brota do coração e diz coisas que você nunca ouviu...e se eu pedir aos deuses que reúnam seus exércitos para tentar persuadi-lo a ficar aqui, onde o amor lhe espera sorrindo... e se eu carregá-lo no colo do horizonte com ternura...e se eu contemplar o fundo de seu olho até me perder, para você se ocupar em me achar ou me trazer de volta...e se eu lhe surpreender com tudo aquilo que me surpreenderá um dia... será que você me atende e fica?
Eu sei que digo estas coisas em vão, pois do lado do amor incondicional ele é libertador. Eu sei que as malas do destino já estão prontas embora eu tente me enganar que você não queira ir. Eu sei que você foi feito para rasgar caminhos novos, abrir estradas de luz para que outras pessoas possam nelas se enxergar plenas. Sei também que agora você já é parte de mim, é parte do que ainda vou descobrir, é tinta de meu coração tatuado em figuras coloridas de “obrigado, valeu, vou sentir saudades”.Você pode até tentar ir embora, mas quero que saiba de uma coisa. Os diamantes quando riscam... deixam marcas indeléveis no coração da gente.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

ANESTESIA COLETIVA


O que faz um povo inteiro ser anestesiado por um governo? Seria a deficiência do sistema educacional que só atende aos interesses de quem o comanda? Seria culpa da mídia que se vende em troca do apoio e da propaganda governista? Seriam as distrações novelescas, o carnaval e o futebol, da antiga praxe PÃO E CIRCO? Seriam as políticas assistencialistas que transformam cidadãos em sanguessugas ou parasitas? 

Seriam as estruturas ocultas que sustentam o capitalismo e a manipulação das massas através do medo? Seria o surgimento de novas gerações alienadas, indiferentes, neutras ou vazias? Seria a falta de cultura e de diferenciais de comparação para aprimorar as escolhas pessoais? Seria a inoculação moral causada pelas instituições religiosas em sua decisão de não cuidar das coisas de Cezar? Seriam as pressões econômicas sobre um povo que teima em sobreviver antes de qualquer sonho? Seriam as crises existenciais que acompanham a humanidade em ciclos constantes para permitir seu crescimento e evolução? Seria o afrouxamento das vontades de um povo, egoísta e despreparado para as lutas do cotidiano? Seria a falta de consciência política? Seria a romantização da pobreza e da psicologia da falta? Seria a ausência do ato de pensar sem ser pensado?

A Líbia de hoje, a Síria, o Egito, a Venezuela, o Iran, a Somália, o Brasil e a China são alguns países que podem nos ajudar a responder a pergunta sobre o que anestesia uma nação inteira. Quando Monteiro Lobato nos afirma que um país se faz com homens e livros, quando vemos ou testemunhamos a história sendo repetida por não aprendermos as lições de outras eras, quando ainda somos capazes de nos indignar com a corrupção sistêmica de um governo, surge uma consciência maior em nossa percepção da realidade.

Cada indivíduo é co-criador da realidade, mas nunca co-criador de Deus. Uma mesma realidade, qual o centro de uma roda, possui infinitos aros de percepção. Ninguém é responsável pelo que fizeram de si, ou pelo que acreditou ser, ou pela situação em que se encontra. A experiência humana continua a acontecer num palco de teatro amador. Penso que está na hora de iniciarmos um novo capítulo ou de plantarmos as sementes de uma outra árvore da vida.

domingo, 28 de agosto de 2011

A CURVA

Quando colocamos  os acontecimentos do mundo num gráfico, podemos perceber que de tempos em tempos a linha do tempo vira uma curva. Os tempos atuais representam uma nova curva muito significativa, daquelas que mudam o rumo da civilização em nome do equilíbrio das espécies existentes, incluindo os homens.
Nos tempos romanos de Calígula havia um tremendo mal-estar no mundo, uma crise moral sem precedentes, uma barbárie humana imperando em todos os ambientes políticos, econômicos e sociais. A vida humana parecia ter perdido o sentido devido à insegurança, à violência perpetrada e sustentada pelo abuso das leis vigentes, à corrupção estimulada e praticada pelos governos, às injustiças sociais que denegriam o respeito humano, aos desvios sexuais proliferados por toda  a população da época. Foi preciso o surgimento do Cristianismo para balançar as estruturas.
Há alguns anos fizeram um experimento com ratos, o qual traduziu esta curva dos acontecimentos. Alguns ratos foram colocados num ambiente fechado com bastante alimento à disposição deles. No início era tudo uma beleza. Todos comiam e viviam alegremente, dedicando um tempo maior às atividades sexuais. Com o passar do tempo a população explodiu e já não havia mais alimentos disponíveis para todos os ratos, gerando conflitos, fazendo com que as mães comessem os novos filhotes, os machos se envolvessem em atividades homossexuais, surgindo novas doenças e matando muitos deles até atingir novamente um ponto de equilíbrio. Curiosamente a natureza tem seus caminhos naturais de homeostase.
O ano de 2012 revela mais uma curva nesta linha da história que escrevemos consciente ou inconscientemente. Comportamentos são instalados inconsequentemente, a violência é aceita e deixada de lado por desinteresse de quem deveria se interessar em corrigi-la com determinação. Valores são descartados. Crianças abandonadas pelas ruas roubam para satisfazer seu desejo de consumo estimulado cegamente pela mídia do capitalismo. O descuido com o planeta em nome da exploração monetarista impera majestoso. Tal qual um copo cheio que é inclinado para despejar o que nele existe, assim também a humanidade será entornada nos próximos anos. Quem viver verá!!!

sábado, 27 de agosto de 2011

ANJOS NA TERRA

De tempos em tempos a gente encontra alguém que nos inspira, alguém real com quem podemos conviver e aprender lições de gentileza, de esperança, de sabedoria e fé. São os anjos terrestres.
Eles podem vir vestidos de crianças doentes, de professores carinhosos, de velhinhos no banco do jardim. Eles podem nos encontrar na empresa, no mercado de frutas ou na sala de espera dos hospitais. Não importa o local, eles sempre aparecem quando a gente mais precisa de uns raios de luz e de conforto. Melhor ainda quando se tornam amigos ou quando fazem parte de nosso núcleo familiar. Com poucas palavras eles reorganizam nosso caos emocional e existencial, dando-nos novos óculos coloridos para perceber a realidade de forma mais suave e aceitável.
De tempos em tempos, bem que a gente tenta ser anjo também. Pensando que as espátulas são asas encolhidas e que cabelos encaracolados são fios de ouro, arriscamos alguns passos de generosidade quando relaxamos os medos e preocupações do dia-a-dia, para olhar para os outros, para guiá-los em momentos escuros e indecisos, para sugerir um calmante com um abraço fraterno. Não é fácil ser anjo aqui na Terra. A demanda de bondades é interminável. A gente se cansa logo, toma um banho de egoísmo e volta à vida corriqueira para satisfazer nossas necessidades mais básicas.
Ainda bem que alguns anjinhos cruzaram o nosso caminho e se foram sem apego. Não cairão no esquecimento pois fizeram muita diferença em nossas vidas. Quando são lembrados com carinho, as vezes umedecem nossos olhos com lágrimas de mel de amor e nos fazem respirar profundamente em busca de paz. Sem percebermos, eles estavam presentes no ar que acabamos de respirar.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

AÇÃO INDIVIDUAL

Quem tem oportunidades de visitar ou morar em outros países, passa a ter mais referenciais de justiça, ordem, respeito, civilização, educação, identidade nacional, políticas honestas, sociedade livre e propaganda governamental do que quem nunca viajou e baseia suas percepções apenas em livros ou noticiário televisivo.
Um autor publica apenas o que ele pensa. Um governo noticia apenas o que lhe convêm. Um canal de televisão pertencente a um político só atende aos seus interesses políticos e econômicos. Uma revolução só atende à uma parcela da população. Uma viagem turística só carrega em si a curiosidade turística, não oferecendo tempo suficiente para absorver o cotidiano de um povo diferente.
Todas as ações individuais devem pautar suas escolhas baseadas na experiência pessoal, nas percepções transparentes, na multiplicidade das fontes de informação, nos valores humanos e na harmonia da convivência social, se quiser aumentar as chances de serem corretas. Sem o exercício da liberdade de expressão, sem a imparcialidade de um jornalismo investigativo, sem a credibilidade das instituições mantenedoras do poder público e sem a consciência elevada das instituições religiosas, todas as ações serão comprometidas pelo egoísmo, pela força do dinheiro e pelo fortalecimento do mal.
Quando as soluções positivas escapam do controle da sociedade como um todo, resta aos cidadãos protegerem seus territórios como puderem e devem recorrer à fé para continuarem acreditando num mundo melhor, por mais utópico que ele possa parecer. O que não podemos é perder a esperança e nem deixar de praticar o bem.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

VIGÍLIA

Comportamento repetitivo torna-se condicionamento, o qual batizamos de hábito se a sociedade lhe confere um aspecto aceitável e positivo, ou de vício se lhe conferimos uma aura negativa. Tal qual ferrugem, os condicionamentos não nos deixam com facilidade, exigindo uma força volitiva hercúlea para serem transformados em algo mais produtivo ou menos pernicioso.
Enganam-se aqueles que deixam para mudar de comportamento na última hora, apoiando-se em promessas vazias e insustentáveis. Levam-se anos para quebrar as estruturas de um comportamento negativo sem risco de recaídas. Esforço nunca foi nem será proporcional à velocidade de mudança de comportamento, pois é preciso levar sempre em conta se a motivação para mudar veio de dentro ou de fora, se veio acompanhada de uma nova consciência ou se veio por exigência de alguém, por cansaço e desgaste. A expressão bíblica “Orai e Vigiai” trabalha muito bem esta reflexão.
Se uma criança é agredida pelos pais, mal sabem todos eles que estão cultivando com força as sementes da agressão verbal e física, as quais se voltarão um dia contra eles próprios. Se um adolescente pratica violência virtual em videogames, diariamente, mal sabe ele que está inoculando em si a banalização do crime. Se a mídia bombardeia o consumismo nas mentes mais despreparadas e se une à uma política governamental de consumismo exagerado, mal sabem eles que foram capacitados apenas para comprar, sem qualquer equilíbrio e estrutura emocional para lidar com a realidade do que seja caro e barato, acessível e inacessível.
Se um Cristão comete o que eles chamam de “pecado”, com freqüência, não pense ele que vai mudar de comportamento repentinamente se o apocalipse bater à sua porta. Somos todos criaturas de hábito e isso nos exige prática e vontade afrouxada, tornando-se mais fácil  justificar os vícios. Cada um que observe melhor e aprenda a medir as conseqüências de seus atos, se não quiser ser atropelado pelo destino indesejado, pelas doenças, pela maldade e pelo desprezo. Vigiai, portanto, todos os seus pensamentos e ações.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

QUEM PODE VENCER


Não basta reclamar dos problemas e desafios que a vida nos oferece. É preciso analisar e buscar soluções. Quanto mais olhamos para o negativo, o conflito e a reclamação, mais eles crescem diante de nossos olhos. Buscar soluções também pode se contrapor a dissolver os problemas, muito embora não saibamos como fazê-lo.

Para dissolver um problema é preciso identificar e neutralizar a fonte ou origem dele. É preciso olhar para outros ângulos da situação, desviando um pouco da energia despendida com as preocupações. A dissolução de um problema exige renovação do olhar. Em vez de concentrar a atenção na profundidade do desafio, busca-se a aparência óbvia que relaxa o olhar dos envolvidos. Esta postura renovada mostra que nem tudo está perdido, que as coisas não são bem assim como se pensa, que tudo pode mudar com alguma boa vontade.


Com algum jogo de cintura dança-se uma nova música. Canta-se um novo verso na recomposição das visões. Com alguma flexibilidade a tempestade poderá rugir à vontade que permaneceremos indiferentes ao distúrbio. Mesmo que haja luta ou disputa de soluções, saberemos nos posturar com altivez. Que vença a alegria e não o abandono. Que vença a união e não a separação. Que vença o amor e não a solidão. Que vença a paz e não os conflitos. Que vença a Graça e não a cobrança. Que vença a Presença Divina e não as ausências. Quando não se tem coração, nunca se sabe quem pode vencer. Quando se tem, algo superior se manifesta e nos arrasta para o amor. Dalí até a vitória é só um passo.


Não basta reclamar do limão que a vida nos oferece. Podemos encontrar novas funções para o limão ou simplesmente ignorá-lo. Podemos abandonar a luta e ficar com a realidade. Podemos encontrar novos frutos ou desenvolver simpatia por novos sabores. Em qualquer posicionamento, é a novidade quem vem nos lembrar de que a aceitação da realidade nos elimina a maioria dos problemas e nos conserva os dentes. Que vença o novo e não os farrapos.

domingo, 21 de agosto de 2011

WORKSHOP DESPERTANDO NA UNIDADE

Hoje estamos concluindo o primeiro curso DESPERTANDO NA UNIDADE na cidade de Passos-MG com o Instrutor da Universidade Oneness da India, Benedito José. Mais uma vez ele é pioneiro em atividades metafísicas e espirituais em sua terra natal. Desta vez ele nos presenteia com as bênçãos da unidade, o maior fenômeno espiritual ocorrendo no planeta na atualidade.

As Dikshas, ou bênçãos da unidade, correspondem à uma transmissão de energia do Espírito Santo através das mãos, colocando-nos num processo paulatino de despertar da consciência, o qual atinge o seu ápice no processo de iluminação, passando antes pela eliminação do sofrimento, através de uma intensa comunhão com Deus e sem vínculo com instituições religiosas, ou seja, as Dikshas são um presente de AmmaBhagavan para toda a humanidade despertar.

O processo que acompanha as Dikshas inicia-se com a observação dos pensamentos, a desidentificação com os sentimentos e a aceitação da realidade, com o objetivo de destituir o ego em sua luta constante para nos separar de tudo e de todos. Os medos das pessoas são expressões desta idéia falsa de separação. A violência atual na sociedade é fruto desta mesma idéia de separação. Podemos também incluir nesta categoria a manipulação das massas pelos governos corruptos e a falta de respeito e compaixão entre as pessoas. Uma vez destituído o ego, surge um espaço infinito para a manifestação de nossa consciência divina. Deus se manifesta em nós pela força do Espírito Santo e nos envolve com a Sua Graça. Redescobrimos a unidade como nossa constituição natural. Nascemos da unidade e podemos vivê-la em plenitude também.

As Dikshas têm o poder de desativar o lobo parietal do cérebro humano, responsável pelas percepções de sofrimento, e ao mesmo tempo ativar o lobo frontal, responsável por nossa percepção de unidade com Deus, com a natureza e com todas as pessoas. Dentro do processo inicia-se a cura emocional de traumas do passado, as possibilidades de experiências místicas e a expansão da consciência, proporcionando-nos uma felicidade suprema. Todos os participantes serão chamados de Doadores de Diksha e poderão distribuir este presente para toda a humanidade a partir desta semana.

sábado, 20 de agosto de 2011

A POESIA DO INSTANTE

Cada ponto do instante é o resultado da convergência de milhões de probabilidades, sendo afuniladas de acordo com o diâmetro de aceitação das pessoas envolvidas com aquela freqüência dominante. Assim se formam as cadeias do destino e do acaso, dos acidentes e incidentes, das intenções e das metas, da repetição e da renovação, dos milagres e dos fenômenos naturais.
Tamanha vastidão de possibilidades existe para garantir a unicidade de cada momento, resultado de diferentes vetores potenciais. Esta é a razão de tantas predições ou previsões falharem. Basta uma vertente se intensificar para alterar o todo, tal qual acontece com a dinâmica social de um grupo de 15 pessoas ser alterada para pior sempre que se aproxima de uma pessoa negativa. O tensor energético de um indivíduo ou grupo transforma-se apenas no vaso que irá armazenar a mistura de intenções disponíveis na convergência do instante. Em outras palavras mais simples, cada caso é um caso em sua essência.
Não adianta querer fazer a mesma coisa para obter algo semelhante com o resultado obtido anteriormente. Não adianta usar as mesmas palavras ou argumentos antigos que deram certo em outras situações, pois a hora atrai novas freqüências. A mesma pessoa muda de humor e de experiência, alterando inconscientemente sua complexidade interior, provocando novos resultados. A solução é estar presente com toda a sua capacidade e receptivo ao novo que se instala à sua frente. Experimente repetir “EU TE AMO” dez vezes, olhando para o mesmo objeto do desejo, e verá que cada pronúncia desperta um pensamento diferente no fundo da mente. Experimente abrir-se ao novo de cada instante e verá que a esperança toma conta de seu campo energético, naturalmente, espontaneamente, abrindo novas portas de eventos. O instante é poesia. O instante é mágico. O instante é uno.