Se em Deus eu perdoo os
canalhas e assassinos, os estupradores e os corruptos, os que me perseguiram e
os que me caluniaram, os que me feriram e os que me prejudicaram, sem tempo
para correções, sem tempo para o “mea culpa” deles, sem o descanso no campo da
paz, então Deus se torna o amor que vive em mim e no qual eu perdoo. Se Deus é
o amor que vive em mim, Deus é o amor que me abençoa, o amor que me protege, o
amor que me guia, o amor que me socorre e eleva. Ao me reconhecer Filho de
Deus, adeus a mágoas e julgamentos.
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