Expiação é reparação de
erros, não porque erros sejam pecaminosos, mas sim porque reparação é
reconciliação entre as partes do todo e retorno à harmonia primeva. Cada gesto
de expiação é retorno minúsculo ao Jardim do Eden, apagando em si todo e
qualquer resquício de separação. Somos destinados e predestinados a este
retorno em processo de continuidade infinita. Não se retorna do mundo
carregando lixo ou bagagem desnecessária criada pelo Ego. Na unicidade não
existe lugar para a dualidade julgadora, somente para o que é puro.
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