Quem age com crueldade, na
intenção clara de causar dano a alguém, acaba movendo-se para auto-humilhação
pública devido à sua desumanidade, ainda que demore, pois um dia a casa cai.
Sua reação posterior será de ataque como sua única ideia de solução. Quem age
assim está sendo comandado pelo Ego, rendendo-se à fama, ao orgulho inflado,
aos prazeres passageiros, aos vícios e, sem querer, à autodepreciação
identitária, pois todo desequilíbrio moral perde as pernas e cai do falso
pedestal. Dentro da vulnerabilidade, o Ego se incapacita a pensar corretamente
para ler a realidade em que se encontra.
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