Quem você pensa ser, não
corresponde a quem você é, não corresponde aos planos de Deus quando lhe criou.
É mais fácil olhar para uma criança e chamá-la de anjo do que fazer o mesmo com
um adulto. É mais fácil se ver separado do todo diante de uma doença do que na
saúde. É mais fácil sentir compaixão por uma criança abandonada do que por um
adulto sem teto. É mais fácil julgar um doente mental barulhento do que um
deprimido silencioso idealizando suicídio. A ideia constante de estarmos
separados pela identidade, cria critérios injustos para cada percepção da
realidade.
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