Liberdade e apego não se
casam, não se coadunam, não coexistem dentro de suas expressões afetivas.
Liberdade e pertencimento não se misturam, tal qual água e óleo, pois cada um
tem a própria dinâmica. Para ser livre é necessário perder algo. Para pertencer
é preciso ceder algo ou anular a vontade própria. Para sustentar apego é
necessário sugar a energia de alguém em benefício próprio. Para praticar a liberdade é preciso mobilidade em novos territórios. Existe um aspecto
caótico no apego sem limites, na liberdade com libertinagem, no pertencimento
sem respeito, no existir sem consciência e sem a presença de Deus.
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