Deus é o Grandioso, mas o
Ego sonha em ser grande. Deus é o Onipotente, mas o Ego pensa ser poderoso.
Deus é o Glorioso, mas o Ego tenta se orgulhar. Deus é o Onipresente, mas o Ego
invade os territórios da mente racional. O trabalho ineficiente do Ego só o
revela como fracassado e pequeno diante da grandeza divina. Ao se sentir
ameaçado, o Ego oferece presentes para ganhar atenção e falsa importância,
revelando na contramão seu desespero em se apresentar com significância. A
grandeza de Deus é real e inquestionável. A grandeza do Ego é inflada por ele
mesmo.
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